{"id":34,"date":"2021-04-29T11:26:49","date_gmt":"2021-04-29T14:26:49","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrjmemoriahu.com.br\/?p=34"},"modified":"2021-11-11T11:12:43","modified_gmt":"2021-11-11T14:12:43","slug":"inovando-o-ensino-medico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrjmemoriahu.com.br\/index.php\/2021\/04\/29\/inovando-o-ensino-medico\/","title":{"rendered":"Inovando o ensino m\u00e9dico"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p>O Hospital Universit\u00e1rio foi implantado em um per\u00edodo decisivo do ensino m\u00e9dico no Brasil. Em 1974, a Comiss\u00e3o de Especialistas do Ensino M\u00e9dico do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o publicou um documento no qual reconhecia as raz\u00f5es da exist\u00eancia e as caracter\u00edsticas dos hospitais universit\u00e1rios mais modernos, sem deixar de lado a perspectiva de que uma forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica completa inclu\u00eda, tamb\u00e9m, a passagem por diferentes unidades do sistema de sa\u00fade, de modo que os estudantes participassem de atendimentos e presta\u00e7\u00e3o de cuidados em n\u00edvel prim\u00e1rio (aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica nos postos de sa\u00fade), secund\u00e1rio (atendimento especializado) e terci\u00e1rio (servi\u00e7os de alta complexidade).<br>Paralelamente, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica recomendava a forma\u00e7\u00e3o geral do m\u00e9dico em quatro \u00e1reas b\u00e1sicas \u2013 cl\u00ednica, cirurgia, pediatria e ginecologia\/obstetr\u00edcia \u2013 e a valoriza\u00e7\u00e3o dos aspectos preventivos, e n\u00e3o apenas curativos, do atendimento em sa\u00fade. J\u00e1 na \u00e1rea assistencial, crescia o movimento pela regionaliza\u00e7\u00e3o e hierarquiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade, de modo a tornar o sistema, como um todo, mais eficiente.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p>De uma maneira geral, podemos destacar, ainda, dois aspectos que vinham sendo considerados fundamentais para que a forma\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos brasileiros desse um salto de qualidade. O primeiro era uma forma\u00e7\u00e3o voltada para as necessidades locais, isto \u00e9, para os problemas de sa\u00fade p\u00fablica enfrentados pela popula\u00e7\u00e3o, mais do que a simples absor\u00e7\u00e3o de conhecimentos e tecnologias de ponta desenvolvidos em outros pa\u00edses. O segundo era que o m\u00e9dico deveria ter uma forma\u00e7\u00e3o que n\u00e3o fosse restrita ao hospital, mas ampla e contextualizada, com foco na preven\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade de forma articulada com equipes de nutri\u00e7\u00e3o, servi\u00e7o social, fisioterapia etc.<br>O documento b\u00e1sico do HU, publicado em 1975, tem a influ\u00eancia de todas essas ideias. O novo hospital aspirava ser aberto \u00e0 comunidade, integrando a rede local de atendimento, ao mesmo tempo em que constitu\u00eda-se refer\u00eancia para atendimento a pacientes com doen\u00e7as complexas e que, por isso, necessitavam de cuidados extras no diagn\u00f3stico e nas terapias.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Hospital Universit\u00e1rio foi implantado em um per\u00edodo decisivo do ensino m\u00e9dico no Brasil. 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